31/07/2007

Monchique - Noites de Verão 2007

11 de Agosto - Dia Internacional da Juventude

BLASTED MECHANISM

22h - Parque São Sebastião

"Let's start a Revolution!"

28/07/2007

Por uma "NIGHT" sem discriminação

Nota introdutória: No dia 5 de Agosto de 2006 escrevi, neste mesmo blog, um "post" intitulado "A noite: um mundo para as mulheres". Referi, entre outras ideias, que "a identidade de um ser humano na 'noite' resume-se a uma estratégia de persuasão regulada por gorilas com perímetro de bicípete superior ao perímetro da cabeça" e que "custa-me, portanto, a aceitar, numa sociedade que tanto apela à igualdade de direitos entre homens e mulheres, e pela qual eu mantenho uma posição favorável, que ainda existam exemplos destes de pura discriminação sexual", isto a propósito das inúmeras vezes que fui "barrado" à porta de bares ou discotecas nacionais.

Ontem - 27 de Julho de 2007 - quase um ano depois, qual não é o meu espanto quando leio o seguinte título no Diário Digital: "Advogado alega que 'Ladies Nights' discriminam homens".
Citando o artigo, "Roy Den Hollander, advogado em Manhattan, interpôs num tribunal federal uma acção que, caso a ganhe, terá repercussões a nível nacional - ele alega que as 'Ladies Nights' nos bares são inconstitucionais porque fazem discriminação de preços com base no género."

Mais cedo ou mais tarde isto tinha que acontecer e não ocorre somente nas 'Ladies Nights', mas de uma forma geral. Quantos homens são diariamente impedidos de entrar na discotecas apenas por serem do género masculino? Haverá outra explicação para além da pura discriminação sexual?

Espero sinceramente que o "falhado" que tem este "ponto de vista idiota", como acusa um gerente de um clube nocturno de Nova Iorque, vença este processo.

A sociedade agradece!

22/07/2007

Cientificamente comprovado

Assim, vale a pena pagar para entrar nos "bares de alterne". Mas se o problema é a saúde da nossa população masculina, para quando uma comparticipação por parte do Estado?

13/07/2007

O Codex 632

Uma obra de José Rodrigues dos Santos que vai além do simples romance que sublinha o título do livro.

Tomás Noronha, um professor de História da Universidade Nova de Lisboa, especialista em Criptanálise e Línguas Antigas, é o personagem principal. A ficção dos seus dramas e prazeres pessoais contrasta com a veracidade, reclamada pelo autor, dos elementos históricos que ressaltam do enredo e que remontam ao tempo dos Descobrimentos.

Terá a descoberta da América resultado de uma estratégia do Rei de Portugal, D. João II?

Cristóvão Colombo era mesmo um genovês ao serviço dos Reis Católicos (Castela + Aragão) ou um agente secreto português?

Factos ou dúvidas, como queiram interpretar, que nos fazem (re)lembrar os feitos dos nossos antepassados, numa Era em que éramos nós (Portugal) e eles (o resto do Mundo). Uma excelente obra que recomendo vivamente.

"O tempo revela a verdade."
Séneca