22/07/2007
13/07/2007
O Codex 632
Uma obra de José Rodrigues dos Santos que vai além do simples romance que sublinha o título do livro. Tomás Noronha, um professor de História da Universidade Nova de Lisboa, especialista em Criptanálise e Línguas Antigas, é o personagem principal. A ficção dos seus dramas e prazeres pessoais contrasta com a veracidade, reclamada pelo autor, dos elementos históricos que ressaltam do enredo e que remontam ao tempo dos Descobrimentos.
Terá a descoberta da América resultado de uma estratégia do Rei de Portugal, D. João II?
Cristóvão Colombo era mesmo um genovês ao serviço dos Reis Católicos (Castela + Aragão) ou um agente secreto português?
Factos ou dúvidas, como queiram interpretar, que nos fazem (re)lembrar os feitos dos nossos antepassados, numa Era em que éramos nós (Portugal) e eles (o resto do Mundo). Uma excelente obra que recomendo vivamente.
"O tempo revela a verdade."
Séneca
10/07/2007
Susceptibilidade Biológica do Ser.
A nossa cabeça é um tribunal em permanência. Não pedimos licença para julgar, somos juízes de nós próprios e do mundo. Mesmo que não a expressemos, a sentença ocorre-nos no pensamento, corrompendo a ingenuidade do olhar. Se o cão vê sujeito A e ladra, mas breves momentos depois vê sujeito B e aconchega-se, quem sou eu para duvidar da susceptibilidade do Ser? É tudo tão natural.
Dizem que há pessoas mais susceptíveis de serem assaltadas que outras; os sinais que emanam sugerem o acto criminoso como se de um sinal de partida se tratasse. Olho para A e não o curto; ao olhar B, é um gajo porreiro. Julgo! Tu também me julgas, mesmo que não me conheças.
Relaxo, a Natureza assim o quer... biologicamente susceptível.
09/07/2007
A arte de somar fracassos em competição.
Depois do fracasso no Europeu Sub-21 na Holanda, em que falhámos o apuramento para as meias-finais e para os Jogos Olímpicos 2008 (Pequim), novo fracasso no Canadá no Mundial Sub-20.Contra a Nova Zelândia ainda se viu qualquer coisa, talvez porque o adversário também o permitisse, mas frente ao México e Gâmbia, simplesmente não houve equipa. A selecção sobrevive das acções individuais de alguns jogadores que são muito evoluídos tecnicamente. No conjunto, a dinâmica é precária. Uma equipa não pode "viver" (ou "sobreviver") dos eventuais erros do adversário, tem que impor erros ao adversário, o mesmo é dizer: saber assumir, no mínimo, o controlo do jogo.
Por esta lógica, eu pergunto: temos falta de bons jogadores formados em Portugal? Não, pelo contrário. Ultimamente, a formação de jovens futebolistas tem vindo a melhorar no nosso país. Há melhores infraestruturas (campos sintéticos, centros de estágio, etc.); mais técnicos com formação apropriada; e um número considerável de jovens praticantes da modalidade.
Então o que é que está a falhar, Sr. José Couceiro? Felizmente, a organização do quadro competitivo deste Mundial é benevolente com "deslizes" e vamos seguir em frente como um dos quatro melhores terceiros classificados, num lote de seis grupos.
Sem rodeios, é tempo de começarmos, pelo menos, a mostrar algum Futebol. Divirtam-se!
06/07/2007
Vendo...
Data de aquisição: Novembro de 2002
Preço de aquisição: 600€
Estado: bem conservada (como na foto)
Valor pedido: a negociar, mas nunca inferior a 350€.
Contacto: carlosalmeida83@iol.pt
Notas: quando for vendida, retiro esta postagem. Se não houver uma proposta pelo menos idêntica à supracitada, não a vendo. :p
Até breve!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
