21/01/2009

A inteligência de "jogar" com as regras

No recente jogo Manchester United - Chelsea (3-0), decorrido no passado dia 11 de Janeiro, Cristiano Ronaldo fez um golo que, no entanto, foi invalidado. Confesso que só ontem um amigo me chamou a atenção para a jogada, perguntando-me o que achava daquele pontapé de canto.

Tal como há equipas que exploram a marcação rápida de pontapés livres e resultam em golos, após o árbitro ter assinalado a falta, porque não fazê-lo com pontapés de canto? Foi o que o Manchester, numa jogada genialmente concebida, tentou fazer, enganando toda a gente, inclusivamente o próprio árbitro auxiliar que estava a escassos centímetros do desenrolar da situação.

A questão central é que, analogamente ao que sucede com os pontapés livres, uns árbitros deixam prosseguir as jogadas, enquanto que outros não o fazem. Na minha perspectiva, saliento a genialidade deste esquema táctico, que foi de tal forma pensado e executado que conseguiu iludir tudo e todos, mediante a exploração de um aspecto basilar do jogo: as regras.

Venha de lá um óscar para o Sir Alex Ferguson e seus pupilos.

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